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Gostaria de agradecer a deus e ao meu irmao alexandre que me deram essa oportunidade de uma nova vida.quero agradecer uma pessoa muito especial!!!sonia kanazawa nao esqueci de vc amiga!!!A minha familia e amigos que se lembraram de mim no dia 20 um super beijo no coracao.aqui no japao nao esta maravilhas mas da para viver,trabalho muito quase nao tenho tempo para cantar,mas estou dando umas escapadinhas para ver se da para ganhar um okozukai;mas vou tentando nao vou desistir,hoje minha razao de toda essa luta e a minha filha e minha esposa e vou fazer virar mas uma historia de centenario essa minha luta,porque eu hoje sou um imigrante aqui plantando as minhas raizes e um dia se deus quiser a minha filha vai estar em qualquer outro pais plantando raizes tambem...obrigado midia brasileira ,obrigado a todos que acreditaram em mim,obrigado aos nikkeys amigos,e obrigado a colonia japonesa por aceitar a minha pessoa nesse espaco,nesse mundo oriental amos vc,s...
Ronaldo, Rosângela, Roberto, Regina, Ricardo, Alexandre, Fernanda e Janaína, todos filhos do casal Maria Aparecida e Altino, moradores de um bairro pobre da periferia de São Paulo, chamado Oliveirinha Zona Leste. Certo dia, no ano de 1979, essa família veio morar no bairro da Liberdade. Um dos irmãos começou a trabalhar num restaurante oriental.
Um dia, Ricardo resolveu ir a um karaokê com uns amigos e começou a cantar uma música japonesa. Ele adorou, achou demais, e resolveu levar o irmão e apresentá-lo ao proprietário. Este irmão não era muito chegado a cantar, seus hobbies mesmo eram outros: dança, futebol e bicicross. Mas, mesmo assim, resolveu voltar ao karaokê, e, nesse dia, depois de cantar uma música, ouviu a seguinte pergunta do proprietário: “por que você não aprende uma música japonesa?”. Pensou no caso e resolveu cantar. Aí descobriu que gostava.
Mas demorou um pouco para dar seguimento a esse novo hobby. Esse irmão do Ricardo tinha um grupo de break dance chamado “Break Gangue”, que era patrocinado pelo sr. David e pela dona Marta, da 775 Brasil. Foi fundado em 1980 pelos dançarinos Sérgio, Marcelo, Roberto, Eduardo e Alexandre.
Depois de muitas apresentações em lojas, como vitrine viva, fomos convidados para participar de programas de TV, como Xuxa, Angélica, Eliana, Altas Horas e outros. Foi aí que conhecemos um pianista muito famoso. Seu nome? Cesar Camargo Mariano, o pai da Maria Rita e do Pedro Camargo Mariano. Fizemos uma turnê com ele por todo o Brasil, com o show “Prisma Sid”.
Depois ajudei a formar o grupo The Face junto com albery e haisten, e entrei de vez para a colônia japonesa.
Primeiro concurso de dança da Apple Grupo Miami Vice: Wilson, Sheron e Roberto. Segundo grupo Miami vice: Roberto, Wilson, Sandrinha, Branca, Sheron e Johnny Lee.
Depois lançamos o “New Brasil Dancers” no comando de Albert Mitiyuki Kashiwaba, com os dançarinos Rabe , Wilsinho, Beto, Miney, Sandra, Suely, Suzaninha, Alexandre, Claudio, Ueda, Shind e Amendoim.
Depois disso, esse irmão de Ricardo começou a sair nos Nodojiman, cantando e ganhando. Então esse irmão ganhou mais um hobby: cantar música japonesa.
Quando esse irmão percebeu, já estava com um nome muito forte na colônia japonesa e era até coringa da programação de domingo do programa Japão Pop Show, comandado pelos apresentadores Nelson Matsuda e Lucy Yoshimura. Este irmão hoje sou eu: Roberto José da Silva, batizado pelo apresentador Celso Likio, da Rádio Banzai, de Robertinho Casanova.
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Este projeto tem a parceria da Associação para a Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil