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  Conte sua históriaNilson Hissami Taninaga › Minha história

Nilson Hissami Taninaga

São Paulo, SP - Brasil / Shizuoka - Japão
51 anos, Professor

Espaço, tempo, luz e moldura Shigueno


Os Taninaga tiveram a felicidade de contar com o talento da vovó Shigueno, terra Brasil, filhos maravilhosos, Comendador Miguel Botelho, Dr. Nilson e Toyoura, início de tudo. Essas foram, a meu ver, as principais razões de podermos descrever a trajetória dos Taninaga da forma como está sendo feita. Ocorre que houve uma sucessão causal, de uma cousa levando a outra, que pode ser descrita via seqüência de molduras e é o que vou procurar fazer nas linhas abaixo.

A moldura Shigueno foi inspirada na janela sob a qual dialogávamos. E desta vez irei abordar a vovó via moldura para revelar o seu lado dinâmico. Ela de Toyoura, inicio de tudo, passando a viver em terras brasis fez a trajetória dos Taninaga no Brasil.

Eu tenho utilizado a palavra Moldura, procurando trabalhar com o seu sentido, mas em nenhum momento a defini rigorosamente. E a razão disso é muito simples, é porque o centro da vovó era a fala e não a forma. De maneira que posterguei a apresentação da vovó naquilo que ela também dominava bem, o de falar ligando a sua própria fala com uma forma. É a esta forma que estamos dando o nome de Moldura, razão pelo qual disse em outras ocasiões:- ela normalmente falava de acordo com uma Moldura. Formas, molduras, estruturas estabelecidas ou que ela mesma estabelecera no período entre as décadas de 30 e 90 nas terras brasis.

Continuando com a comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e dando prosseguimento ao trabalho de repasse, vamos agora nesse espaço Abril dar uma forma à Moldura. Para mim a mais perfeita forma de uma Moldura é o quadrado, tal qual a moldura de uma janela ou um quadro. E quando falamos em janela e quadro imediatamente nos vem, por exemplo, a imagem da janela do nosso quarto ou então do quadro Mona Lisa, mas com a Moldura as cousas não acontecem da mesma maneira, a sua imagem não vem de imediato uma vez que ela deve estar sendo efetiva no seu tempo, estar aglutinando vidas humanas como é o caso da vovó, vovô, filhos e netos.

Uma Moldura são palavras alocadas em uma figura geométrica e entendo que a figura que mais se enquadra na trajetória da vovó é o Quadrado.

A nossa tentação seria emoldurar todas as palavras possíveis do mundo, só que aí teríamos então um dicionário nas mãos e nenhum ganho a não ser uma impossibilidade. No caso a de falar com coerência e brilho. E iríamos ser obrigados jogar conversa fora, de maneira que o movimento deve ser exatamente o inverso, quanto menos melhor, a exemplo de Toyoura, início de tudo.

A mais simples moldura da vovó em Toyoura era ela, os seus familiares, Toyoura e teríamos então Toyoura, inicio de tudo. Esta era a base discursiva inicial da vovó. Sabemos que o tempo dela estava próximo da natureza, ou que vivia sob a égide do vai e vem das marés, das quatro estações do ano e numa economia periférica e estagnada. Volto a observar aqui que tanto os termos economia, periferia e estagnação tinham sentidos diferentes daquela que normalmente damos a ela, por se tratar de Toyoura, início de tudo, ou pelo fato da moldura alocar a vovó Shigueno.

Entendo que em Toyoura, início de tudo, vovó vivia tempos morosos, havia a falta de perspectivas de gerar novos centros, levando a realização do primeiro e conhecido deslocamento da vovó, surgindo a terra Brasil, 29.

Terra Brasil, 29 foi ela, vovô Hiroichi, Toyoura, início de tudo, e terra Brasil. E, de terra Brasil, 29, para a descoberta que existiam terras brasis um pulo:- o primeiro revés da Shigueno e o início da sua trajetória de altos e baixos, idas e vindas, deslocamentos e estruturações.

Deslocamento sim, lógica não uma vez que a vovó Shigueno nunca viveu sob a tirania de uma lógica. Uma lógica fria, uma racionalidade egocêntrica para justificar a si mesma.

Não, nunca.

Ela nunca viveu em função de si mesma.

Tanto que ela normalmente encarnava falas impessoais ou raramente recorria a nomes próprios. Impessoal, mas com uma trajetória uma vez que de impessoal ela passava a pessoal em seus deslocamentos. Enfim, nas raras ocasiões que vovó e vovô materializaram um centro, o fizeram com o propósito de promover, no seu devido tempo, a vida dos seus restaurando brilhos discursivos. Nisso os Taninaga foram maravilhosos, com o envolvimento sequencial e, às vezes, simultâneo de quatro gerações.

Da luz o nome, na fundamentação de deslocamentos, com a vovó protagonizando cinco deles.

Foi com o José, seu primogênito, que a vovó fez o seu mais óbvio deslocamento. O fez herdeiro antecipado de uma propriedade rural em Santa Fé do Sul, pratica comum entre os nikkeis da época. Foi um deslocamento natural, terreno ou assentado na terra. E chegamos então a uma situação imediatamente anterior à moldura Shigueno do álbum de fotos.

Teríamos então em Santa Fé, início de tudo, ela, o vovô, familiares, José e a propriedade de Santa Fé do Sul ou, por economia de palavras, simplesmente Santa Fé.

Na moldura Shigueno da foto, mais para janela do que moldura - e o fiz propositalmente desta forma -, pode-se observar um deslocamento que originou a moldura Shigueno. Vê-se na foto a planta da Casa, a primeira propriedade particular de fato da Shigueno e do Hiroichi, e na planta um Salão Comercial. No Salão Comercial vovô e vovó mantiveram um bar por um curto período. Posteriormente o Salão foi alugado para os Morimoto implantar uma quitanda. Mais posteriormente ainda os Morimoto se deslocaram nas proximidades, na mesma quadra e Rua 14, implantando uma mercearia em prédio próprio. Nessa altura dos acontecimentos a vovó já contava com os seus quatro filhos, filhas, netos e eu fazendo parte do seu cenário.

A moldura Shigueno era ela, o vovô e a Casa, familiares, José e Santa Fé.

Na ocasião o cenário que ela tinha à disposição era o ferreiro Nino, na quadra abaixo e na mesma rua o ferreiro Osada, nos fundos um dentista, na frente uma farmácia, a Casa Marques e não muito longe do local o Dr. Nilson. Foi nesse cenário que surgiu a quarta moldura Shigueno.

Teríamos em São Paulo, conhecimento, ela, o vovô e a Casa, José e Santa Fé, Miguel e São Paulo. O deslocamento é, para mim, óbvio e centrado no conhecimento. No vácuo do tio Miguel seguiram dois outros tios e logo em seguida eu e, posteriormente, uma parcela considerável de familiares e primos. Atualmente uma parcela dos yonsei - familiares e sobrinhos - estão sendo encaminhados para seguirem esta mesma linha, inaugurado pelo São Paulo, conhecimento.
Antes de prosseguirmos no Espaço, tempo, luz façamos abaixo uma pequena síntese:-

0 - Toyoura, início de tudo em Toyoura. A herança, o vigilante silencioso.
1 - Terra Brasil, 29 ou a mais fundamental decisão. O pecado original da vovó.
2 - Santa Fé, início de tudo em Santa Fé do Sul. Ponto de equilíbrio, oriente e ocidente.
3 - Moldura Shigueno em Santa Fé, década de 50. Uma inversão, oriente no ocidente.
4 - São Paulo, conhecimento, Santa Fé do Sul, Ivinhema, São Paulo, década de 60 e 70. Transição, do concreto para o abstrato.
5 - Campinas, início de tudo, década de 90 e finalizando em 2002. Iniciação, equilíbrio das águas.

Farei abaixo breves comentários ilustrativos para finalizar este trabalho.

No final da década de 80 a colônia estava passando por grandes transformações. Uma parcela de nikkeis estava retornando ao meio rural, outra interligando Cumbica e Narita.Tudo que havíamos feito até então não era facilmente criticável, tampouco julgável, e a Shigueno sabia disso.

Sentávamos freqüentemente na área de serviço para falar sobre essas cousas, ou na frente do tanque de lavar roupa e de um pé de goiaba. Do nosso lado direito canteiros mantinham hortaliças crescendo saudáveis e, do lado esquerdo, o Gil - um magnífico pé de laranja mexirica - esbanjava saúde. Eu e o Gil crescemos abstratamente juntos.

A vovó Shigueno era abstrata principalmente porque colocava toda a sua força na fala. Eu limitava ouvir, ouvir e ouvir, era todo ouvido. Assim, e para mim, era como se o centro dela fosse a fala e o meu centro em relação a ela o meu aparelho auditivo.

A vovó era abstração pura quando cuidava do jardim, da horta ou quando sentava na frente da penteadeira. Ocorre que essas cousas não teriam nenhuma utilidade em um estado de brilho, não poderiam ser usadas para se falar com brilho, mas era justamente nesses momentos que ela era verbo. Era ela mesma e a elaboração de discursos com a adição do brilho ao verbo, com ela buscando elementos no mundo das luzes, que fizesse sentido e fosse útil aos seus.

Mundo das luzes ou o mundo que nos é revelado pela luz do Sol.

Vendo, simplesmente vendo, observando o que se passa no entorno.

Ver, nomear, definir e restaurar o discurso. Criar um mundo no qual se quer viver e as terras brasis deram à vovó liberdade de escolha, à altura daquilo que ela poderia realizar.

E uma das suas últimas realizações foi me colocar dentro da sua moldura.

De maneira que quando a vovó estava em Toyoura existia a Toyoura, início de tudo. Uma vez no Brasil a vovó anexou a terra Brasil, em um novo início de tudo. Numa espécie de grau zero discursivo onde a terra Brasil era a palavra chave. Palavra que a cada nova moldura voltava ao seu grau zero discursivo.

O seu quinto zeramento, Campinas, início de tudo, tem tudo a ver com o que havíamos feito até então. Anexando o Japão iniciamos uma nova trajetória.

Quase toda a minha convivência com a vovó Shigueno eu fora um ouvinte.

O meu pai é o primogênito dos Taninaga e eu sou o primogênito da família, de maneira que sou o primogênito do primogênito. Sempre levei isso em conta.

A vovó adorava falar, não falava por falar e amava falar com brilho. E eu nunca a contestei simplesmente porque absolvi a sua maneira de ser. E como primogênito do primogênito sempre intui que ela era o centro e eu amava essa situação. Numa dinâmica que estava funcionando bem jamais, sendo eu, faria uma intervenção indevida, fora do contexto. Era ela quem estava numa condução intermediada pela fala e deveria ser respeitada e amada por isso. Com ela vivi a minha plenitude.

Saudações fraternas, vovó.

Nós, os seus filhos, netos e bisnetos brasileiros, estamos grato por tudo.

Grato por ter existido.

E, mais do que nunca, na superação deste mundo de causas entendemos que você sempre fora você, autentica. Sigo as pegadas dos seus passos vovó.

Acertando, freqüentemente errando, mas caminhando sempre. Peregrinando também, com o coração puro e aberto. Do lugar onde estás corrija-me no que for necessário, está bem? Mais do que nunca esses dias são seus.

Da nossa venerável, querida e amada vovó.

E como vovó do Centenário a única, para sempre,

Shigueno.


Enviada em: 23/06/2008 | Última modificação: 25/09/2008
 
« Terra Brasil, Grau Zero Discursivo

 

Comentários

  1. Sílvio Sano @ 24 Jan, 2008 : 18:06
    Prezado Nilson, será que naquela época, sob a tutela dos barões fazendeiros, por esse "jeitinho", fora possível driblar a lei da imigração que determinava que uma família deveria ser composta de, no mínimo, três mãos produtivas (idade mínima = 12 anos) para poder vir ao Brasil?

  2. Nilson H. Taninaga @ 28 Jan, 2008 : 12:24
    . Silvio, você abordou uma questão excelente. Observo aqui que dos Taninaga imigraram somente a vovó Shigueno e o vovô Hiroiti. Contradição não? Enfim, nem sempre o oficial representa o real. Na verdade o vovô Hiroiti é Sakai, não é Taninaga e, falando por mim e no caso, poderia aí passar a me sentir incomodado pela contradição. Por um pecado original tencionado por duas legislações: sou nikkei nissei registrado sob a égide da legislação brasileira, não seria aí o caso de se requisitar uma revisão? Eu poderia, por alguma razão qualquer, querer assinar Nilson H. Sakai... Quer dizer, nada a ver não é mesmo? De qualquer maneira, e no fundo, o difícil é conseguirmos fugir disso, estamos invariavelmente tropeçando aqui, ali e acolá nas crises de modernidade. Aí então como a pós-modernidade deve se encaixar? A meu ver a pós deve, na medida do possível, se ajustar em concordancia ao real, pois o planeta está pedindo socorro: aquecimento global, guerra, fome, peste etc e isso independente dos Taninaga ou dos Sakai. Eu mesmo, você sabe Silvio, sou também Tani (não Sakai), enquanto defensor da idéia de que “A dignidade está no caminho da ação.” E a saudosa vovó Shigueno Silvio, fora maravilhosa em muitos aspectos, fora muito, mas muito equilibrada. Tanto que - escrevi isto em um outro lugar e repito aqui - ela passou ilesa pelas eras do rádio, cinema e televisão. Ela foi sempre ela, autentica, serena e quem, com o vovô Hiroiti, originou a linhagem dos Taninaga no Brasil. Independente de tudo que foi dito os Taninaga e os Sakai estão caminhando pelas ruas de São Paulo, Tokyo e, presumo, de Toyoura. Nós idem e caminhando também pelas ruas e avenidas da net. Yookoso Toyoura, cidade natal da vovó Shigueno e o meu próximo tema. .

  3. Michele Fernanda @ 28 Jan, 2008 : 14:06
    Olá Nilson. Achei muito interessante a história de seus avós. Parabéns pelo Centenário da Imigração Japonesa. Abs. Michele

  4. Denilce C. S. Jesus @ 28 Jan, 2008 : 14:37
    Querido Amigo e Professor Tani! Parabéns pelo Centenário da Imigração Japonesa! Linda História de seus avós Hiroiti e Shigueno! Quanta Coragem para se Aventurar em uma Terra Desconhecida! Trabalhos pesados...Apesar de serem tão novos, Eles se sairão Bem! Se possível poste uma foto deles!! Graças a eles e aos seus pais ,hoje tenho você como Amigo! Abraços Carinhosos de sua Amiga Denilce Jesus!

  5. Ana Sanjuan @ 28 Jan, 2008 : 20:44
    Oi Nilson, boa noite!!] Jovens, inesperiente e num país tão distante,tão diferente, outros costumes, outra idioma, deve ter sido paralisante no íncio, mas a força e a determinação desse jovem casal deus belíssimos frutos, haja visto o seu exemplo. Parabéns por ter com antepassados pessoas tão corajosas e determinadas. Ana Sanjuan

  6. Nilson H. Taninaga @ 29 Jan, 2008 : 14:47
    . Michele, Denilce e Ana, abraços bem apertado. Foto Denilce, está anotado. Escrevo essas linhas ouvindo Namie Amuro. Isso tem um significado especial para mim, simplesmente porque estou conversando com vocês na nossa lingua tendo como pano de fundo uma outra. Bom,lá em cima eu falei um pouco dos meus avós. Coloquei um pouco do meu coração simplesmente dizendo, olhem para os meus avós e a sua história. E todos nós pressentimos o quão deve ter sido difícil enfrentar o desconhecido, sendo tão jovens. Vocês notaram isso, e tudo aconteceu assim mesmo, dificultoso, penoso, razão pelo qual lento. Lento e acelerando com o tempo, cada vez mais. E eu acredito que com a net podemos acelerar mais ainda. Enfim, finalizando, temos como herança a história de JHS e que pode ser potencializada através das nossas contribuições. E isso significa, em parte, escrever na primeira pessoa e é isso que foi feito; seja no texto grandão lá em cima, ou nos demais que seguiram. Na verdade confesso que o texto grandão não tem nenhuma importância, no sentido de que o texto em si mesmo não é importante ou é menos importante do que os textos que seguem. Ocorre que o importante são as pessoas, a vida: eu, vocês, nós e as vidas daqueles que passam por aqui. Termino essas linhas ouvindo Toshi, no seu álbum "made in HEAVEN". .

  7. Mirian Jasmim @ 30 Jan, 2008 : 18:33
    Oi Tani,gostei muito do seu site aqui na Abril,comemorando os cem anos de Imigração Japonesa no Brasil.Parabéns por descrever tão bem a chegada da vovó Shigueno e do Vovô Hiroiti aqui.Não farei nenhuma crítica,pois amo a vovò Shigueno como você,ela não deixou que você perdesse suas raízes.Apesar de brasileiro,eu sei que se você tivesse tido oportunidade de escolher, teria nascido no Japão,país que admiro por vários motivos que você já conhece,pois nos conhecemos bem.Como já lhe disse muitas vezes,sua descrição está fantástica,como tudo que escreve.Tenho certeza que os imigrantes japoneses que ainda residem aqui e que leram a história dos Taninagas gostaram tanto quanto eu. Deixo marcada minha presença com um abraço e assino com meu nome próprio até mesmo como uma homenagem a você.Mirian Mirtes Nascimento de Oliveira Ferreira Gonçalves Caixeta.

  8. Nilson H. Taninaga @ 30 Jan, 2008 : 21:07
    . Fabuloso MC, simplesmente fabuloso! Os meus sinceros agradecimentos. Tani .

  9. Mirian Jasmins @ 4 Fev, 2008 : 22:54
    Oi Tani,complete a histéria da vovò Shigueno e do vovô Hiroiti aqui no Brasil,com algumas fotos,pelo menos uma,vou ficar muito feliz e realizada por eles,afinal através deles conheci você,meu amigo brasileiro,que me ensina aos poucos, japonês,e que tenho orgulho de saber que além de amigos ,somos colegas de profissão. Abraços,Mirian N.O.F.G.Caixeta.

  10. Nilson H. Taninaga @ 6 Fev, 2008 : 13:40
    . Sugestão anotada MC, quanto às fotos: decente tenho apenas uma com o Kozo Okada, meu saudoso vovô materno. O orgulho é recíproco MC. Abraços, Tani.

  11. Victor Hugo Kebbe Silva @ 6 Fev, 2008 : 18:40
    Olá Nilson, obrigado pelo comentário. Neste exato momento em que te escrevo, estou acrescentando aqui alguns detalhes no texto final da minha pesquisa de Mestrado. A defesa é na segunda semana de março, aí na terceira eu já tô no doutorado e continuo estudando a comunidade nikkei, rs. Aí em 2009 tô aí no Nippon, era a meta final de tanto tempo de pesquisa nessa área né? Bom, entrei aqui mesmo para lhe desejar os parabéns, não pelo Centenário em si, mas para você e sua família por terem feito parte desta história dos 100 anos. Victor Hugo

  12. Almira @ 10 Fev, 2008 : 01:02
    Olá meu amigo Nilson! Linda a história de seus avós, que cheios de coragem e determinação construiram sua história! Parabéns a você e toda sua família pelo centenário da imigração japonesa! Abraços!

  13. Nilson H. Taninaga @ 12 Fev, 2008 : 07:33
    ...Seja bem vindo Victor e grato pelo parabéns, recebo-o como incentivo. Sou suspeito se falar que Japão e comunidade Nikkei é uma articulação que tem, em parte, dado certo mas é o que penso. De maneira que Nippon 2009, ótimo isso e mantenha contato está bem? Que tenhas ótima defesa de Tese Victor...

  14. Nilson H. Taninaga @ 12 Fev, 2008 : 09:20
    ...Olá Almira, amiga orkut de tantos caminhos e tantas jornadas. De fato Almira, como foi sugerido os Taninaga fizeram dois deslocamentos em um prazo de três décadas. Razão pelo qual iniciei citando Miguel Botelho e Dr. Nilson, como referências que nortearam a história dos Taninaga. Agora veja as fotos de Toyoura, para mim está aí uma das razão de Shigueno, Hiroiti e Brasil. E façamos então uma ¨turnê¨ por Toyoura não é mesmo? Grato pela visita Almira...

  15. Mirian Jasmins @ 12 Mar, 2008 : 19:39
    Oi Tani,agora sim, ficou bem completa sua participação na IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL,sua sim , porque você veio dos genes da VOVÓ SHIGUENO,e nasceu aqui. Por tudo que li agora sobre VOVÓ SHIGUENO, vejo que você tem tudo dela,mesmo nascendo aqui,adolescendo aqui,você tem nas veias e no cérebro as raízes orientais da VOVÓ SHIGUENO,lembre do Paraíso Ocan,da experi- ência com o agrião.Meu grande amigo,você me deixou emocionada,como eu gostaria de ter conhecido a VOVÓ SHIGUENO,vejo-a estampada em seu rosto,em seus gestos,em sua fala,em seus atos.Parabéns por contribuir conosco estas grandes lembranças e nos deixar tanta cultura. Obrigada Tani,meu abraço carinhoso,Mirian M.N.O. F.Gonçalves Caixeta.

  16. Mirian Jasmins @ 15 Mar, 2008 : 00:17
    Parabéns Professor Taninaga, pela bela galeria de fotos, que enriqueceu mais a sua participação na comemoração dos CEM ANOS DA IMIGRAÇAÕ JAPONESA NO BRASIL,e novamente nos deixa culturalmente maiores.Abraços, Mirian M.N.O.F.Gonçalves Caixeta.

  17. Tani @ 16 Mar, 2008 : 07:28
    . Realmente MJ, tenho bastante da vovó. E, como ela, mantive minhas raízes por ter feito uma trajetória de vida mais ou menos alheia às conquistas da civilização. E, ao mesmo tempo, sempre me liguei ao ser humano ou, falando de uma maneira genérica, à vida. Penso assim quando se trata de falar de mim mesmo. Abração MJ, Tani.

  18. Nilson H. Taninaga @ 16 Mar, 2008 : 07:31
    . E o que falar a respeito de Toyoura ter se ¨transformado¨ em Shimonoseki? Acho isso interessante. Abração MJ, Nilson.

  19. Denilce C. S. Jesus @ 17 Mar, 2008 : 09:32
    Querido Tani!! Lindo o Carinho e Respeito que tem por seus avós!!Como descreveu bem sua vida com eles...Consegui imaginar a vida de vocês!! Senti muita saudade de meu avô que não está mais comigo...Saudades das Férias escolares,numa época em que a família iria para o sítio em Arealva S.P.Nossas vidas tiverão muito em comum...Saudades... (-_-').Sua Amiga Denilce Jesus!

  20. Tani @ 20 Mar, 2008 : 14:01
    .Denilce, com certeza, tenho um carinho especial pelos meus avós. E falo por mim porque eu me sinto como se fôsse, em parte, herdeiro do citado deslocamento do centro. Acontece que fui, dos Taninaga, quem mais aproveitou esse deslocamento: convivendo com gentes da Academia, da Sociedade, colocando o Pé na Estrada, mergulhando e aventurando no mundo das letras etc. Melhor dizendo, foi quem mais aproveitou, mas tios, irmãos, primos, sobrinhos ou muitos dos nossos familiares fizeram trajetórias análoga. De maneira que devemos muito ao vovô e vovó, daí o meu respeito e carinho. Abração Denilce, Tani.

  21. Mirian Jasmins @ 2 Abr, 2008 : 15:04
    Olá Tani,estou de novo prestigiando este centenário da Imigração Japonesa no Brasil,através da sua constante presença no espaço Abril,dedicado a ele. A moldura ficou ótima,é como se estivesse vendo a Vovó Shigueno pela sua janela. Pela Yasai,se vê como ela gostava das verduras e legumes produzidos em casa. Ficou perfeita a sua visão na Moldura,e tenho certeza,Vovó Shigueno agradece comovida,seu neto inesquecível. Abraços,Mirian M.N.O.F.G.Caixeta.

  22. Nilson @ 4 Abr, 2008 : 14:18
    . Olá MJ, é verdade e o Tani acompanhou de perto esse envolvimento da Shigueno com a natureza. Eu sempre a vi cuidando de plantas, de hortaliças, de maneira que acredito ter sido isso uma constante na sua vida. Hoje em dia fala-se em cultura orgânica, nenhuma novidade uma vez que ela praticava a cultura orgânica e, vc sabe, estou reproduzindo-a na Ocan. O que, entendo, deve ser visto como novidade é a pratica consciente e é essa a minha abordagem no ES. Na minha fase com a vovó - daí Tani - o Salão Comercial estava desativado, o Sr José em Mato Grosso e os meus tios em São Paulo. De maneira que a transição Comendador Botelho - Dr. Nilson já havia sido feita e eu estava no meio do caminho:- essa possibilidade está apenas sugerida na Moldura, mas tanto eu como a Shigueno vivíamos nesse clima. Uma loucura MJ, veja bem, tinha quem me via como o caçula da Shigueno! Nem tinha como pela diferença de idade, mas era assim. Abração, Nilson.

  23. Mirian Jasmins @ 4 Abr, 2008 : 23:48
    Tani,a MOLDURA está perfeita,dado o momento, somente você da família está contribuíndo para o engrandecimento deste centenário,já que seus familiares partiram para outras carreiras. Eu vejo a Moldura como "A JANELA SHIGUENO",pois ela,VOVÓ, já visualisava o que temos hoje.Se SHIGUENO estivesse viva,nada seria novidade para ela,pois já vislumbrava tudo muito antes.Com toda a certeza que tenho,VOVÓ SHIGUENO ,tem lugar especial de destaque neste centenário que estamos comemorando em junho.Meu abraço carinhoso, Mirian Mirtes N.O.F.G.Caixeta.

  24. Tani @ 8 Abr, 2008 : 02:56
    . Observações perfeitas MJ. Enviei hoje um texto para a Abril no qual deixo mais claro a minha relação com os termos moldura e quadro. Não sei quando será postado. Aproveitando, acho interessante a questão de carreira, algo que pega mais, entendo assim, para quem está deslocado ao oeste a partir de onde estou. Acontece que carreira está indissoluvelmente ligado à conhecimento, ou o uso que se faz dele. Por outro lado, certamente o sentido que dei aos termos moldura e quadro me reconduz à este mesmo ponto, talvez razão principal do seu resgate do termo (outras) carreira nesse nosso contexto. De qualquer forma prefiro colocar um ponto de interrogação em tudo o que o Tani fala e faz:- como consequencias advindas do citado deslocamento. Ficarei imensamente contente se no final (não caberia dizer dos tempos) o Tani tiver contribuido com alguma cousa, a exemplo do que está ocorrendo com a Shigueno neste Centenário. Abração, Tani.

  25. Mirian Jasmins @ 8 Abr, 2008 : 16:57
    Professor Tani,meu querido colega de "carreira",você está contribuindo muito com este Centenário,expondo o brilho,a levesa,a inteligência de SHIGUENO,que nos deixou marcas profundas para nosso conhecimento e crescimento. Estou lamentavelmente triste por Toyoura ter tido seu nome mudado.Mas isto não tira de nenhuma forma tudo que Vovó Shigueno nos deixou,a você e a mim e aos meus compatriotas.Como mulher,ela usou de maneira discreta e eficiente a sua grandiosidade com a própria família, e com meu País que a acolheu.Eu só tenho que agradecê-lo.Para quem ainda não tinha entendido a SHIGUENO,este seu novo "post" veio esclarecer tudo.Parabéns,obrigada. Abraços,Mirian M.N.O.F.G.Caixeta.

  26. Tani @ 9 Abr, 2008 : 01:53
    . MJ, perfeito, perfeito e perfeito! E digo porque. É o seguinte, para fechar o seu raciocínio. Em um dos meus derradeiros diálogos com a Shigueno sabe o que ouvi dela? ¨Hissami, fizemos a opção errada?¨ Um questionamento levantado nos anos 90, relacionado com tudo que aconteceu com os seus filhos e netos no período entre os anos 60 e 90. Ela realmente pensava nos seus. Para mim são 30 anos de história, cujo final não foi exatamente brilhante:- ¨O que você acha de tudo isso? Fizemos a opção errada?¨ Bom, posso acatar o questionamento como uma espécie de repasse de tradição: ¨Siga em frente.¨, mas e agora MJ? Boa pergunta, e agora? Sorte que ainda estamos nos anos 60, que é o da moldura Shigueno. E paro por aqui. Abração MJ, Tani.

  27. Nilson @ 9 Abr, 2008 : 03:02
    . Uma pequena moldura, mesmo que imprecisa pode levar a uma grande moldura. Nilson.

  28. Mirian Jasmins @ 9 Abr, 2008 : 12:43
    Tani,não foi uma opção errada,naquele momento foi a opção exata,se continuarmos agindo como SHIGUENO ,agora nesta época,vamos acertar sempre, ela quando fazia algo,tinha a certeza do sucesso, portanto não a vejo como "continuar em frente". As cabeças pensam diferentes.SHIGUENO e você são parecidos especificamente por este lado,entendeu? Com respeito a "uma pequena Moldura poder levar a uma grande moldura",creio que seu pensamento está certo.Afinal são de pequenos traços que nascem as plantas de grandes edificações,nas mãos de um arquiteto. Mais uma vez obrigada,abraços,Mirian.

  29. Mirian Jasmins @ 10 Abr, 2008 : 00:42
    Tani,vovó Shigueno é um exemplo,para nós,mulheres brasileiras,que não temos na maioria das vezes aquela sensibilidade e leveza,que ela tinha,para receber,transmitir,ensinar,sem que sentissem que recebiam orientações de uma mulher.Qualidade esta que as Orientais possuem. Shigueno soube sair do cenário com a discrição e a dignidade que lhe era peculiar,mas não perdeu o "trono", pois pelo menos nós dois,seu neto e uma amiga estamos aqui para prestigiá-la,homenageá-la e agradecê-la. Contudo,eu posso até ser inteligente e ter todas as facilidades da era digital,mas por mais que eu persista ,jamais chegarei a 50% do que vovó Shigueno foi.Abraços,Mirian.

  30. taninaga @ 10 Abr, 2008 : 03:55
    .Taninaga, familia JHS - prestigiar, homenagear e agradecer. A MJ pronunciou três palavras do momento:- prestigiar, homenagear e agradecer. Às vêzes dou - ou posso estar dando - a impressão de estar distanciando das minhas origens, mas apesar de estar do outro lado do mundo Prestigiar, Homenagear e Agradecer são, entendo, formas de aproximação. E é o que tenho procurado fazer na Abril. A MJ disse reiteradas vêzes que tenho muito da Shigueno - ela deve estar correta - e, confesso, o tom e a cadência da minha fala são realmente muito parecidos com a dela. Quer dizer, nesse quesito, sempre estive junto das minhas origens. Taninaga significa ter, no Brasil, saido de um tronco único:- Shigueno e Hiroiti e incluo aí, no meu caso, o José ou simplificando JHS. Isso é algo incontestável, tanto que seria impróprio dizer que o mundo inteiro faz parte da família JHS. De maneira que seria inadequado conclamar a união mundial em torno de JHS - do José, Hiroiti e Shigueno -, mesmo porque nós, os Taninaga, somos ilustres desconhecidos dentro da comunidade nikkei, do Brasil e do mundo! Seria um disparate isso, mas, por outro lado, é perfeitamente adequado conclamar os Taninaga a Prestigiar, Homenagear e Agradecer as nossas e comum origens. E a Abril é um ótimo espaço para isso, está certo? Mesmo porque esse espaço que disponho aqui é pequeno, adequado para o tamanho da nossa família. Bom, aí a festa da Abril no Centenário da Imigração Japonesa é nossa, porque não? Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa é de quem quizer, quem vier... Taninaga.

  31. Tani @ 10 Abr, 2008 : 04:02
    .Grato pelas observações MJ, mais que observações vejo como contribuições. Somos realmente colegas de profissão, o ensino é a nossa mote: o meio, o contexto etc tem tudo a ver. Hoje a festa é sua, hoje a festa... Tani.

  32. Mirian Jasmins @ 16 Abr, 2008 : 13:48
    Certo,professor Taninaga,claro nossas culturas são diferentes,mas Shigueno assimilou a minha cultura sem perder a cultura dela,foi isto que eu quiz dizer no meu post anterior.Shigueno foi admirável por isto.Pela sua janela ela via minha cultura na qual ela tinha que viver,afinal estava no Brasil,e não tem como não assimilar um pouco da cultura do país onde estamos no momento.Eu tenho conhecimento de boa parte do mundo e acumulo um pouco da cultura de cada país em que passei,pois em alguns momentos tive que viver a cultura do local onde me encontrava,até mesmo por que eu não conseguiria fazer meus cursos.Da sua janela,Shigueno via a cultura brasileira e assimilava.Por dentro da janela dela cultivava a cultura dela,sem esquecer nenhum detalhe,e é por isto,Tani,que você fala tão bem japones. Misturando os dois posts,em Toyoura,Shigueno tinha tudo natural,manual ,até por que mesmo o Japão sendo um ícone na tecnologia,naquela época,tudo era bem simples.Mas o acqua conta com você com uma instrução superior e alta tecnologia,então a disparidade é enorme,realmente um grande salto sistêmico. Abraços,Mirian.

  33. Mirian Jasmins @ 18 Abr, 2008 : 00:07
    SÉCULO XX O século 20 foi nitidamente de transição. Vovó Shigueno sentiu isso. Percebeu, mas passou por um período de glória. Pessoal, individual e no final soube se retirar do cenário. E nós, que vivemos as facilidades da era digital, não seremos capazes de solucionar o seu legado? O desafio é nosso, não mais dela e ela soube perceber isso. Está aí. Para todos. E está aparentemente tudo na net... Tani ---Pois é professor Taninaga,temos este centenário como um incentivo para continuar o legado que vovó Shigueno nos deixou,e vamos,fazê-lo com toda honra,para que ela nos tenha sempre em sua lembrança.Abraços Mirian.

  34. Mirian Jasmins @ 18 Abr, 2008 : 10:57
    TEMPO NATURAL E SISTÊMICO Me impressiona ver o rítmo da vida. Chovia agora pouco. Saiu o sol e chequei o Acqua. A circulação da água estava lenta. Ação: limpeza na bomba de água e tubulações. A água passou a circular rapidamente. O ganho à Vida, vidas. Em Toyoura a Shigueno vivia em um tempo cíclico. Próximo das estações do ano, ou um tempo natural. Do natural de Toyoura para o do Acqua um salto. Um tremendo salto, sistêmico. Tani --------------------------- Tani,postei mais este texto, pois nele existem referências a vovò Shigueno, ainda em Toyoura.Neste centenário, temos que reverenciá-la,por tudo que nos deixou,então, nada mais certo que postar tudo que diz respeito a Shigueno.Abraços,Mirian.

  35. Mirian Caixeta @ 18 Abr, 2008 : 11:06
    Parabéns professor Taninaga,a história da saga dos seus avós,Hiroiti e Shigueno,tem destaque especial no centenário da Imigração Japão-Brasil,nos deixou grandes conhecimentos. Abraços,Mirian Caixeta.

  36. Joana Parreiras @ 18 Abr, 2008 : 12:22
    Oi professor Nilson Taninaga,sou amiga da professora Mirian,sua amiga,que me contou, sobre a histórias de seus avós e o quanto fizeram pelo meu país,li a sua trajetória,é muito interessante,não poderia faltar de forma nenhuma neste centenário de comemoração da Imigração Japonesa no Brasil.Incrível a história de Hiroiti e Shigueno,tão jovens e pioneiros na imigração.Parabéns,abraços Joana Parreiras.

  37. Edson Rocha @ 18 Abr, 2008 : 12:29
    Professor Taninaga,sou amigo da professora Mirian,sua amiga e colega de carreira,estou aqui, para parabenizá-lo pela sensacional coragem dos jovens Hiroiti e Shigueno,seus avós,vindo para o outro lado do mundo trabalhar e nos deixar bons frutos.Um grande abraço,Edson Rocha.

  38. Rafael veiga @ 18 Abr, 2008 : 14:58
    Professor Taninaga,sou aluno da professora Mirian,sua amiga,que me contou sobre seus avós Hiroiti e Shigueno,dois jovens batalhadores,que vieram para o Brasil,ganhar a vida,e deixar para nós suas experiências e conhecimentos.Estou aqui para homenageá-los neste centenário,comemorando, juntamente com o senhor.Um abraço,Rafel Veiga.

  39. Taninaga @ 18 Abr, 2008 : 15:06
    . Depois de um intenso período de atividade - acho mais adequado o termo atividade - passo pelo Acqua, faço uma vistoria geral na Ocan, reencontro com os meus familiares e entro na net. E aí deparo com a grata iniciativa da MJ, o meu muito obrigado Mirian. De fato, ambos textos foram inspirados no legado que o Hiroiti e Shigueno deixou. Mais do que isso, talvez o Acqua não teria sido desenvolvido se não fosse eles. E a questão não é somente de desenvolvimento, mas também de percepção. O fato da Shigueno ter saido do cenário naturalmente tem muito a ver como ela lidava com o tempo. Quando ela percebeu que nada mais fazia sentido recorreu a mim, mais para buscar uma justificativa a posteriori uma vez que entendia que o seu ciclo há havia findado, que a sua missão já havia sido cumprida. Esta maneira de lidar com o tempo, de ciclos seguindo ciclos é bem oriental - já a natureza do tempo ocidental é linear, seja esperando o Final dos Tempos, a Realização de uma Meta, a Obtenção do Sucesso e assim por diante. Pela busca ou não da justificativa o fato é que existe um legado, deixado não somente pela Shigueno, mas pela colônia nikkei e que está sendo resgatado neste Centenário. E o que seria solucionar o legado? Dar uma solução à ele? No Século XX sugeri que a solução poderia sair da net, já que está tudo aparentemente nela... no mínimo podemos trabalhar as nossas percepções através dela: rompendo barreiras, ultrapassando fronteiras etc. Taninaga. Abração MJ.

  40. Walmir Nogueira @ 18 Abr, 2008 : 16:00
    Como vai professor Taninaga,também sou professor universitário como a professora Mirian, sua amiga,é com muita atisfação que deixo aqui registrado a minha admiração, por seus avós,Shigueno e Hiroiti,dois jovens, enfrentando o mundo sozinhos e nos deixando você, como prêmio pela vitória deles.Parabéns,abraços, Walmir Nogueira.

  41. Sergio Castro Lima @ 18 Abr, 2008 : 16:18
    Professor Taninaga,sou aluno da professora Mirian Caixeta,é emocionante a coragem de seus jovens avós Shigueno e Hiroiti, vindo para este país totalmente estranho a eles,lutar por uma qualidade de vida melhor.Fica aqui minha admiração.Abraços,Sergio Castro Lima.

  42. Samuel Marcondes Tito @ 18 Abr, 2008 : 19:08
    Olá professor Taninaga,como amigo de sua amiga Mirian e também professor,não poderia deixar passar a oportunidade de homenagear os então jovens Shigueno e Hiroiti,depois seus avós, pela brilhante coragem de atravessar o mundo,vindo para o Brasil,conquistar uma nova vida pela imigração.Deixo meus agradecimentos a eles e a você,por este centenário.Parabéns,Samuel Marcondes Tito.

  43. Regina Santos Mangabeira @ 18 Abr, 2008 : 19:18
    Professor Taninaga,é muito bonita a história de Shigueno e Hiroiti,seus avós,e também sua história,sou aluna da professora Mirian,sua amiga,que nos mostrou a importância de voces neste centenário.Parabéns,Regina Santos Mangabeira.

  44. Hélio Silveira @ 18 Abr, 2008 : 21:00
    Prezado colega Taninaga,como professor de História,não poderia faltar meu comentário, em seu espaço,pois no momento estamos ,meus alunos e eu,estudando exatamente o "CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPÃO-BRASIL",é uma história linda, até mesmo venturesca,em se tratando de um casal tão jovem e ainda sem filhos,vir parar em terras brasileiras,à procura de uma vida melhor.Estamos desenvolvendo um bom trabalho com os alunos do curso médio sobre isto,e a Shigueno e o Hiroiti,são as peças fundamentais deste trabalho. Mirian,coordenadora de cursos,e também professora,está nos orientando. Você está de parabéns com sua história,abraços, Hélio Silveira.

  45. Mirian Jasmins @ 18 Abr, 2008 : 21:10
    Oi Tani,que bom você ter gostado dos meus posts,com seus textos particulares,mas você me autorizou, então não deixei por menos,mas fiquei bastante surpresa ao encontrar meus companheiros de Universidades,alunos e amigos,deixando seus comments aqui.A influência Shigueno e Hiroiti é muito grande,o exemplo deles é muito bom,entraram no país legalmente para trabalhar, com dignidade e honra,e eu me sinto na obrigação, de homenageá-los a todo instante em que entro na net.Abraços,Mirian.

  46. Marcos Moura Braga @ 18 Abr, 2008 : 22:04
    Tudo bem Taninaga,achei sua hisória e de seus avós,bastante interessante,até pela idade deles, quando vieram para o Brasil em busca de melhor qualidade de vida,não desmerecendo as outras histórias deste centenário.Mas como professor, preciso e devo postar aqui minha homenagem, aos imigrantes Shigueno e Hiroiti,que são as principais bases da sua história de vida,afinal, você veio deles,fazendo minhas as palavras de minha colega de trabalho,Mirian,você é o prolongamento das raizes que eles deixaram aqui. Parabéns Taninaga,abraços de Marcos Moura Braga.

  47. Ana Laura Campos @ 18 Abr, 2008 : 22:21
    Professor Taninaga,a história da sua vida e de seus avós Shigueno e Hiroiti é muito bonita,e ao mesmo tempo triste,por terem que deixar seu país de origem e vir para tão longe.Para eles e para o senhor deve ter sido muito bom,por que conseguiram o almejado.Parabéns pelo centenário de imigração japonesa no Brasil.Ana Laura Campos.

  48. Antonio Luis Bartolo @ 19 Abr, 2008 : 06:53
    Caro Taninaga,fiquei impressionado com a sua história,seus avós pela pouca idade que tinham, foram uns batalhadores,e o que não lhes faltou, foi garra e determinação,nós mineiros,que temos, poucos descendentes japoneses,estamos juntos com você neste centenário.Abraços,Antonio Luis Bartolo.

  49. Marcus Vieira @ 19 Abr, 2008 : 07:03
    Professor Taninaga,a imigração de seus avós, contada por você,descendente direto deles,é muito interessante,por que você viveu diretamente com eles,vivenciando tudo. Mostrou com clareza a importância da Shigueno, em casa e no trabalho.Esta comemoração deste centenário é mais que justa.Parabéns,Marcus Vieira.

  50. Mirian Jasmins @ 19 Abr, 2008 : 07:12
    Professor Tani,boa noite,vejo que meus alunos, estão mesmo interessados em conhecer a imigração japonesa neste centenário,estão todos lendo sua história e a dos demais descendentes,e postando mensagens a você,isto para uma professora é muito significante,mostra que estão aprendendo a lição direitinho.EStou orgulhosa de Shigueno e Hiroiti, pois mesmo de longe,estão me ajudando.Abraços, Mirian.

  51. Sêneca @ 19 Abr, 2008 : 08:04
    Putz, até um retórico como eu vos prego: virem o disco....

  52. Mirian Jasmins @ 19 Abr, 2008 : 09:17
    Caro Sêneca,se você se sente incomodado,com as postagens dos meus alunos e amigos,no espaço do professor Taninaga,não precisa ler,inveja é um sentimento muito pobre.Aqui em meu Estado,estamos desenvolvendo trabalhos com os alunos,sobre o centenário da imigração Japão-Brsil,e faz parte, a postagem dos alunos,como Taninaga é meu amigo, nada mais justo que seja em seu espaço.Eu disse e repito de novo,você pode ler outras histórias, e ignorar a história dele,aqui na Abril não queremos briga,estamos festejando.Hoje a festa é sua,hoje a festa é nossa ,é de quem quizer,quem vier...

  53. Tani / Taninaga @ 19 Abr, 2008 : 14:17
    . Grato MJ, o meu muito obrigado e por muitas cousas. Disse não? Quando vi o meu último comentário sendo postado - o que fala sôbre o tempo linear e o cíclico - percebi que havia três intervenções, queria tê-los acolhido no momento só que já era três da madrugada. O cansaço e o sono venceu:- ¨Amanhã retorno e os acolho.¨ - pensei comigo. Só que vejo agora não três... mas 16 intervenções:- ¨Retornei Mirian, mas e agora?¨ Não tem como MJ... neste exato momento não existe nenhuma outra alternativa a não ser dizer: o meu muito obrigado a todos vocês. São tantas e fico feliz por isso. Farei, oportunamente, intervenções pessoais. Fico contente que o Hiroichi e a Shigueno estejam se inscrevendo na História da Imigração Japonesa no Brasil. Isso aumenta mais ainda a minha responsabilidade para com a história dos Taninaga em terras brasis. Abraços a todos, Prof. Taninaga.

  54. Mirian Jasmins @ 19 Abr, 2008 : 17:10
    Parabéns Tani,hoje a festa não é do centenário,é sua,feliz aniversário,tudo de especial pra você,receba o abraço carinhoso em nome de todos os mineiros de Belo Horizonte,e em especial de meus alunos das universidades e dos meus amigos. FELIZ ANIVERSÁRIO TANINAGA! ! !

  55. Julio Cesar Batista @ 19 Abr, 2008 : 23:14
    Parabéns professor Nilson Taninaga,pela bela contribuição que Shigueno e Hiroichi nos deixou, com seu trabalho e sua cultura.Tiro o chapéu para seus avós e também para você.Um grande abraço de Julio Cesar Batista.

  56. Silvana Marques Andrade @ 19 Abr, 2008 : 23:32
    Prezado prof.Taninaga,sou universitária de história,preciso e devo deixar aqui meu apoio ao senhor e à seus avós,pela contribuição no crescimento do meu País,pricincipalmente cultural.Parabéns por este belo centenário. Silvana Marques Andrade.

  57. Tatiana Moura Vaz @ 20 Abr, 2008 : 09:59
    A história de Hiroichi e Shigueno,seus avós, é incrível,é preciso determinação e coragem para isto,e isto não lhes faltou,estou com a professora Mirian,apoiando você neste centenário, homenangeando-os.Parabéns pra você e para eles. Um abraço de Tatiana Moura Vaz.

  58. Paulo Nunes Santiago @ 20 Abr, 2008 : 10:05
    Parabéns Taninaga,pela importância deste centenário na história brasileira,sua participação foi imprescindível,Hiroichi e Shigueno fizeram a parte deles,e você está cumprindo a sua com louvor. Abraços,Paulo Numes Santiago.

  59. Priscila Mendes Carvalhosa @ 20 Abr, 2008 : 13:09
    O Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, está marcado em nossa história,prof.Taninaga, pela presença de seus avós Shigueno e Hiroichi, com seus trabalhos,suas culturas e com o seu nascimento,pois hoje temos pra quem dar os parabéns nesta festa.Estamos juntas,Mirian e eu, para abraçá-lo.Priscila Mendes Carvalhosa.

  60. Rosa Maria Junqueira @ 20 Abr, 2008 : 13:15
    É, professor Nilson Taninaga,com grande prazer que passo aqui em seu espaço,pra deixar minhas congratulações,depois de ler sua história,e lhe dar os parabéns por avós tão sensacionais. Rosa Maria Junqueira.

  61. Paulo Chaves Correa @ 21 Abr, 2008 : 07:34
    Sua história é simplesmente fantástica, fiquei realmente fascinado com a coragem de Shigueno por ser mulher, e Hiroichi, enfrentarem com coragem esta empreitada. Meus sinceros parabéns.Paulo Chaves Correa.

  62. Daniel de Paiva Mascarenhas @ 21 Abr, 2008 : 07:40
    Sua história está contribuindo de forma especial para nossa história com o Japão, por você ser descendente direto,e ter tido grande convivência com seus avós. Parabéns pelo centenário,ele também é seu,com certeza.Daniel de Paiva Mascarenhas.

  63. João Batista Caixeta @ 21 Abr, 2008 : 12:06
    Taninaga, seus avós me lembra muito os meus, principalmente a Shigueno,a sua história é de muita relevância,minha esposa,prof.Mirian tem razão ao colocá-la como tema de discussão,em debate nos trabalhos de escola.Parabéns pelo belo centenário,e pelos avós que teve e terá. Abraço,João Batista Caixeta.

  64. Tônia Freitas Guimarãres @ 21 Abr, 2008 : 12:15
    Tudo bem professor,a sua história da chegada dos seus avós no Brasil,entusiasmou tanto os meus alunos do curso médio,que os próprios sugeriram uma grande pesquisa sobre o Japão,sobre o Sakamoto Ryoma,Revolução Meiji,etc.Isto pra mim,está sendo uma boa colheita do que seus avós plantaram.Parabéns,Tônia Freitas Guimarães.

  65. Taninaga @ 21 Abr, 2008 : 14:31
    .Que felicidade João, encontrar contigo aqui na Abril. Tenho acompanhado os comentários e não tenho feito intervenções. Está tudo ciclando rápido, bem rápido mesmo e eu não estou conseguindo acompanhar o ritmo. De qualquer maneira creio que, no fundo, teria mais êrros do que acertos se ficasse intervindo nos comentários, na tentativa de acompanhamento do ritmo. Bom, e aí tenho levado tudo da forma como, creio, deve ser levado. João, acho incríveis essas mensagens que tenho recebido. Estou contente com elas e resolvi intervir escrevendo esta para você, por ser o espôso da Prof. Mirian. Desta vez não poderia deixar de fazê-lo, aproveitando inclusive a chance de poder postar na sequência. Não poderia deixar de lhe dizer que estou grato por tudo. Taninaga.

  66. Taninaga @ 21 Abr, 2008 : 15:31
    .Fico contente pelo entusiasmo dos seus alunos Profa. Guimarães. Eu, de minha parte, creio que os nikkeis e a História nipônica estão ligados em algum ponto, apesar da História estar escrita no entorno de nomes proeminentes, a exemplo do citado Sakamoto Ryoma.

  67. Adriano Rezende Cortes @ 21 Abr, 2008 : 17:10
    Depois de ler a imigração de seus avós,sr.Professor Taninaga,fica difícil sair deste espaço sem lhe dexar as minhas congratulações,uma histórias deveras importante e interssante,para mim,que ainda sou universitário,e graças a Deus e a minha família, posso estudar sem problemas.Seus avós serão a partir de agora meu exemplo de vida. Meus parabéns pelo centenário. Adriano Rezende Cortes.

  68. Luis Eduardo Machado @ 21 Abr, 2008 : 20:05
    Ao ler esta história Taninaga,me fez lembrar como é importante manter nossas origens,elas nos fazem muito bem,por conseguinte,acredito que você esteja sentindo o mesmo, quando expos aqui a vinda de Hiroichi e Shigueno para o Brasil.Mostrou o quão saõ importantes pra você,e eu como seu colega, fico muito orgulhoso de você.O meu abraço faterno ,amigo.Luis Eduardo Machado.

  69. José Carlos Farias @ 22 Abr, 2008 : 09:41
    As pessoas nunca vêem a imigração,como um ganho para o país que está recebendo o imigrante.O Brasil ao receber os imigrantes japoneses,ganhou mão de obra,convivência com pessoas bem educadas,e ganhou com o conhecimento cultural deles.Este é o meu pensamento,Taninaga,ao ler sua história e de seus avós ,Shigueno e Hiroichi.Estou realmente agradecido por eles terem vindo para o Brasil.Um abraço e sucesso neste centenário.José Carlos Faria.

  70. Mariana Castro e Alves @ 22 Abr, 2008 : 13:50
    Diferente dos demais imigrantes,Shigueno e Hiroichi,eram muito jovens,e nem isso tirou deles a coragem de enfrentar o desconhecido, pra serem felizes,acredito que foram à suas maneiras,aqui no Brasil.Eu me emocionei,pois sou mais velha que a Shigueno e ainda universitária,não teria esta coragem.Eles merecem mesmo esta festa centenária.Abraços Prof. Taninaga.Mariana Castro e Alves.

  71. Mirian M.N.O.F.G.Caixeta @ 22 Abr, 2008 : 13:56
    Sua página aqui na Abril,está sendo uma das mais visitadas.Isso me deixa orgulhosa do meu amigo e colega de trabalho,sem contar,onde estiverem, vovó Shiguemo deve estar orgulhosa de você,Tani. Abraços.Mirian M.N.O.F.G.Caixeta.

  72. Amanda Caldas Verçosa @ 22 Abr, 2008 : 16:35
    Um centenário de imigração é muito bonito,e nós brasileiros temos que comemorar com orgulho, talvez assim esqueçamos um pouco que fomos um dos últimos países a abolir a escravidão.Shigueno e Hiroichi é um belo exemplo de força e coragem, para ser seguido,e é com esta intenão que estou aqui,para homenageá-los em seu nome sr.Taninaga. Parabéns pelos avós e por descender direto deles. Amanda Caldas Verçosa.

  73. André Santos de Souza @ 23 Abr, 2008 : 12:41
    Professor,eu tenho nove anos estou na quarta série,minha tia Jussara de geografia e história,deu um trabalho pra gente fazer na sala,sobre a imigração japonesa no Brasil,por causa do centenário.Mandou que a gente pesquisasse na internet sobre o tema,e eu li a sua história,e estou escrevendo esta mensagem para o senhor.Muito legal seus vôs mudar pro Brasil, e ainda ter um neto assim como o senhor.Meu trabalho ficou muito bom.Um abraço do André Santos de Souza.

  74. Carlos Henrique Castanheira @ 23 Abr, 2008 : 15:58
    É um prazer poder colocar em sua página,meus pensamentos em palavras,sobre o que li desta história.Achei de todas que li aqui neste espaço, uma das mais interessantes e que me trouxe algo de proveitoso.É um belo exemplo para os imigrantes de hoje que tentam burlar a vigilância dos países e entram como clandestinos.Seus avós, chegaram com garra,sem medo,e o resultado disto,é você ,para nosso orgulho.Parabéns Taninaga. Carlos Henrique Castanheira.

  75. Maria Emilia Camisasca @ 23 Abr, 2008 : 22:21
    O brilho e a fala da vovó Shigueno ficou gravado em minha mente,como tal eu tivesse escutado.Sua descrição é bem detalhada,de forma que se imagina,a cena de voces dois conversando.A beleza do texto é mesmo só pra quem ama muito ler e admira quem gosta de escrever.Nisto,Taninaga, eu concordo com nossa amiga comum.Achei até comovente,como ficou bem postada sua história. Parabéns pelos avós,e pelo centenário,e como você mesmo disse,hoje a festa é sua,hoje a festa é nossa...Abraços,Maria Emilia Camisasca.

  76. Ronie Matos Pereira @ 23 Abr, 2008 : 22:27
    Parabéns professor ,por esta hitória fabulosa,por este belo centenário,e pelo brilho dos seus avós refletido em você.Esta é a minha mensagem de congratulações do colega de profissão.Um abraço fraterno do amigo,Ronie Matos Pereira.

  77. Jander Silva Moreno @ 24 Abr, 2008 : 11:10
    O que faz esta história por demais interessante,foi o fato da Shigueno se adaptar no novo país e enxergar mais longe e não esquecer seu país, porém sem sentir a necessária vontade de voltar,dada as melhores condições de vida encontradas aqui.Eles merecem a comemoração deste centenário. Abraços,Jander Silva Moreno.

  78. Mauricio Campolina Araujo @ 24 Abr, 2008 : 11:17
    Nilson,é prazer enorme tê-lo conhecido, aqui na Editora Abril,através desta comemoração,que já faz parte da história do Brasil,e podermos também saber o quanto foi importante para que isto esteja acontecendo, a vinda de seus avós para nosssa terra.Um abraço carinhoso de Maurício Campolina Araujo.

  79. João Cláudio Tolentino @ 24 Abr, 2008 : 12:48
    Toyoura deve estar em festa e feliz por seus filhos estarem fazendo este sucesso,do outro lado do mundo chamado Brasil.E é com Toyoura onde tudo começou que eu estou também comemorando.parabéns Nilson. João Cláudio Tolentino.

  80. Janice pena Carrara @ 24 Abr, 2008 : 12:56
    Professor,meu entusiasmo ficou maior,depois que li a aventura de seus avós.Vou perder o medo de conhecer o Japão e quem sabe até conhecê-lo,se não for muita pretensão minha.Aqui no Brasil,em minha facul,só se fala em taninaga e Shigueno. Mas com toda razão,eles merecem tudo que estão recebendo através de você,por tudo que pasaram e por tudo que construiram.Minhas congratulações. janice Pena Carrara.

  81. Ronaldo Tadesqui Galvão @ 24 Abr, 2008 : 13:27
    Você deve estar se sentindo muito orgulhoso e feliz por fazer parte de uma família tão determinada e forte.Está refletida em suas palavras ao descrevê-los.É isso aí amigo,vamos dar a César o que é de César.Um grande abraço. Ronaldo Tadesqui Galvão.

  82. Junilson Paíns Santos @ 24 Abr, 2008 : 13:36
    Como eu gosto muito de plantas em geral,fico imaginando a sra.Shigueno cuidando do seu jardim com aquela graça e delicadeza própia da mulher oriental,também o carinho que ela tinha a você, Taninaga.E é por tudo isto,que estou aqui,para reverenciá-los neste centenário histórico. Junilson Paíns Santos.

  83. Simone Rabelo Horta @ 24 Abr, 2008 : 14:57
    Muito legal você, descendente, contando as experiências de seus familiares como imigrantes, sendo brasileiro,nascido e crescido aqui,e morando no Japão.Um país tão diferente do Brasil, e você braleiro vive nele muito bem,sem nenhuma dificuldade no idioma,graças a sua avó que lhe ensinou.Foi tudo para melhor até pra mim, quando terminei de ler.Muito boa mesmo sua história e seu aprendizado para a vida. Simone Rabelo Horta.

  84. Jorge ramalho Tomaz @ 24 Abr, 2008 : 15:07
    Taninaga,que orgulho poder contar com um irmão brasileiro nissei,reprentando os japoneses neste centenário,e o que é melhor, residindo onde você deveria ter nascido.Li tudo com detalhes e confesso,gostei muito mesmo.Além da coragem dos seus antepassados,foi uma atitude no mínimo pitoresca,mudar para o Brasil naquela época.Mas enfim,importante que deu certo e temos você como testemunho vivo de tudo.Um forte abraço. Jorge ramalho Tomaz.

  85. Regina Lúcia Vasconcelos de Oliveira @ 24 Abr, 2008 : 18:15
    Caríssimo,você defendeu sua tese direitinho,merece dez com louvor.Ao descrever e escrever a história da sua vida,você foi direto,não usou subterfúgios,não disse nada para mais nem para menos,todos os imigrantes sempre passam mais ou menos por o que voces passaram.Mas nem todos saem com louvor.Dez,Dez e Dez,aí está sua nota. Um abraço centenário de Regina Lúcia Vasconcelos de Oliveira.

  86. Marco Aurelio Mota e Mota @ 24 Abr, 2008 : 18:20
    Cara,você tem sorte demais,nasceu de uma família magnífica,mora num país magnífico e ainda de canja pode participar de um centenário cheio de glórias,olha tem mais é que comemorarrrr! Aquele abraço bem brasileiro de Marco Aurélio Mota e Mota.

  87. Mirian Caixeta @ 24 Abr, 2008 : 18:24
    Oi Tani,estive lento seus comments,estão bastante interssantes,quero pedir desculpas a você, pois tem alguns de alunos meus,lhe tratando com bastante liberdade,deixo claro que não ensino isto pra eles,sou profa. de Administração,mas creio que você entende o jeito jovem deles,e possa perdoá-los.Abraços,Mirian.

  88. Celso Amorim Cordeiro @ 24 Abr, 2008 : 20:55
    lendo sua trajetória,ou melhor,de seus familiares,deparei com a parte que sua avó usava muito a fala,e não falava apenas por falar,usava a fala na hora certa para expressar a verdade que deveria ser dita naquela hora.Ocorre que a fala é a maneira mais simples da comunicação,entre pessoas, normais,coisa que ela era.Para uma imigrante jovem trabalhadora,ela foi bem além disto, pois com esse falar,usar da fala,que você prof.está aqui,relatando os fatos para todos nós.Então,Parabéns vovó Shigueno por ter sabido usar as palavras no momento certo e contribuir para este centenário lindo que estamos comemorando junto a voces. Celso Amorim Cordeiro

  89. Tani @ 25 Abr, 2008 : 02:55
    . Que fiquem à vontade MJ, não é mesmo? Fico contente pela visita, isso me basta. Está certo que levam um pouco daquilo que falei, daquilo que sou e fico com um pouco daquilo que deixam, independente do que é postado, mas o mais importante de tudo isso, o que mais aprecio, é o repasse da escrita: observando o que e como todos escrevem. Eu escrevendo é como se tivesse repassando uma herança pequenininha de escrita para quem passa por aqui, principalmente se forem alunos. Melhor ainda se alunos com orientação de Profas. como vc, uma vez que a minha escrita pode ter várias leituras. De qualquer maneira, independente disso, assim como eu apreciava a fala da Shigueno, aqui na Abril é possível apreciar os mais variados tipos de letras. A festa é nossa, é das letrinhas e veja o André. Ele disse que fez um bom trabalho. André, com 9 anos eu consultava livros e olha lá! Aqui não, foi com a net não é? Achei isso simplesmente fantástico! É a festa das letrinhas! Tani.

  90. Mirian caixeta @ 25 Abr, 2008 : 11:11
    Tani,obrigada,pelo que me toca,também por aceitar bem os comments dos jovens com esta dignidade,que lhe é própria de natureza.Eu li todas as histórias postadas aqui.Mas me senti mais surpreendida com a sua por lhe conhecer.Todas as outras são merecedoras de muitos créditos,afinal também saõ descendentes comemorando o centenário.Mas as pessoas que estão posntado em seu espaço,devem estar pensando o mesmo que eu,você descende direto,sangue totalmente japonês,e é como alguém já disse posteriormente aqui em seu espaço,você é o testemunho vivo de tudo,acho que parte daí o sucesso da história de Hiroishi e Shigueno. Abraços,Mirian Caixeta.

  91. Nataniel Santana Pontes @ 25 Abr, 2008 : 16:35
    Seu espaço está muito comentado,quase nem restou para que eu lhe deixasse algumas letrinhas como você disse a uma amiga,mas eu não posso e nem devo dixar passar batido,a história de Shigueno e de Hiroichi é uma bela aventura,não é uma história qualquer,é a vida deles,não deveria estar como história.Importante ressaltar,você, Taninaga,por presenciar quase tudo e está aqui, jovem, forte,com conhecimentos suficientes para escrevê-la,e justificá-la,caso haja alguma contestação,como vi no principio destes comentários. Um abraço do amigo,Nataniel Santana Pontes.

  92. Saulo Cunha Sanches Moreira @ 25 Abr, 2008 : 16:46
    Meu amigo Nataniel,fala demais,falou tudo,tem este defeito,usou tudo que eu ia escrever,mas não tem importaância,agora que consegui entrar,nem que seja um abraço eu tenho pra lhe dar.Mas antes tenho que fazer reverências e "referencias" à vinda e a vida dos Taninagas para o Brasil.É tudo muito lindo,olhando por um lado,mas é gratificante por outro,pois com toda a sinceridade que tenho,eu não teria tamanha galhardia e força pra atravessar o mundo de návio e vir trabalhar longe da família e da minha terra,acho que acabei de provar minha covardia.Eles vieram e venceram e nos deixou você como prova disto.Viu,como eu tinha que falar...Um abraço meu amigo. Saulo Cunha Sanches Moreira.

  93. Saul Lima Silva @ 25 Abr, 2008 : 23:28
    Espero que os dois de cima tenham deixado alguma coisa pra eu falar,pois só consegui entrar agora. Uma pequena descontração,Taninaga,afinal,uma vida não pode terminar em dois posts.Estou orhulhoso dos seus avós,e,principalmente de você.Sangue bom,puro,jovem,e como já afirmaram,viu tudo ao vivo e em cores,para mostrar para o mundo e para nós,seus amigos,alguns covardes,outros preguiçosos,mas que estão todos aqui firme para lhe apoiar e comemorar junto esta vitória de Hiroichi e Shigueno.Parabéns amigo, pelo belo centenário que com toda certeza já está em nossa história brasileira. Saul Lima Silva.

  94. Mauro Roberto Lenoir @ 26 Abr, 2008 : 11:46
    Lendo seus relatos a respeito da vida dos seus familiares em terras brasileiras,fico imaginando, aquela janela de vidro em que sua avó via a vida brasileira passando,e dentro da casa,ela passando para voces,os conhecimentos e experiências adquiridos silenciosamente,sem alarde,sem muitos comentários,tal qual você descreveu,sem falar por falar,ou seja,ela falava o imprescindível.Isto é confortador até para sua lembrança,já que ela partiu para uma outra dimensão.Pelos menos ficou claro,contestando o que a maioria dos homens dizem,que mulher fala demais.Parabéns,voces merecem esta comemoração com glórias.Mauro Roberto Lenoir.

  95. Carla Ferreira Natalino @ 26 Abr, 2008 : 11:51
    Parabéns,prof.,voces mereceram este centenário, com todas as honras que lhes cabem,vieram,trabalharam,lutaram,venceram,e estão aqui para a festa.Abraços. Carla Ferreira Natalino.

  96. Mirian Jasmins @ 26 Abr, 2008 : 16:22
    Tani,estamos quase chegando no dia da comemoração do centenário,vejo que a histórias dos seus avós está sendo muito bem aproveitada,por alunos e professores,e venho sugerir a você que poste aquela saudação que você fez para vovó Shigueno,até mesmo como uma homenagem a ela nesta data vindoura.Pensei em postá-lo,mas pensei bem e achei melhor você fazê-lo,ficará melhor postado por você que é neto e começou tudo aqui na Abril.Aguardo sua resposta, abraços,Mirian.

  97. Ricardo Magno Borges de Almeida @ 26 Abr, 2008 : 16:33
    Estamos ficando cada dia mais próximo da festa Japão-Brasil da imigração,e mesmo assim sua página continua sendo muito visitada.Tive dificuldades pra entrar,pra deixar o meu oi pra você,pois não poderia ficar sem fazê-lo,você,neto deles direto,colocou-os aqui na Abril com toda certeza,numa forma direta de homenageá-los,e eu, deixo aqui as minhas congratulações para este casal que já não está entre nós,mas que nos deixou você como seu fiel representante. Parabéns Taninaga,voces bem os merecem.Abraços. Ricardo Magno Borges de Almeida.

  98. Denilson Antunes Fonseca @ 26 Abr, 2008 : 18:36
    Com tantos comentários a respeito da sua história,parece que tudo já foi dito,mas acho, que não,sempre terá a opinião de alguém como eu, que admiro ou admirei,e é o seu caso,você dignificou este centenário,contando com pormenores,a chegada de seus familiares,a sua convivência com eles,e até a partida deles,da terra.Pode acreditar,fiquei bastante impressionado com a coragem e depois com a desenvoltura deles, num país de idioma tão diferente e singular. Denilson Antunes Fonseca.

  99. Taninaga @ 26 Abr, 2008 : 23:39
    . M.Jasmim, boa sugestão, está anotado. Estou contentíssimo com os comentários, servem como estímulo para seguir em frente.

  100. Sebastião Nunes Amorim @ 27 Abr, 2008 : 11:08
    Deve estar sendo gratificante,pra você,Taninaga, ver como a vinda dos seus avós para o Brasil,estar sendo tão bem recebida aqui na Abril neste espaço cedido à você e aos demais descendentes.A mim também,emocionou bastante,não que seja muito diferente dos demais,mas pela bravura,pois com esta idade,hoje os jovens ainda moram com seus pais.E é por tudo isto que fiz questão de deixar meu post pra você,eles merecem. Abraços,Sebastião Nunes Amorim.

  101. Carmem Constantino Paiva @ 27 Abr, 2008 : 12:54
    Seus avós merecem muito esta homenagem que você faz a eles neste centenário e aqui na Abril ,contando a vinda deles,e também como foi a luta deles para conseguir a almejada vitória,que você fez questão de ressaltar,pois tornaram-se proprietários de terras e também seu pai.Hoje estou aqui para lhe agradecer em nome deles e dos imigrantes japoneses,este seu trabalho excelente a respeito.Um abraço carinhoso de Carmem Constantino Paiva.

  102. Michele Vasconcelos Rodrigues @ 27 Abr, 2008 : 13:47
    Estou me sentindo importante ao postar em seu espaço Abril,para reverenciar seus familiares que vieram com muita coragem, praticamente desbravar estas terras cafeeiras da época.Por outro lado tenho que falar da idade deles,novamente,apesar de todos baterem na mesma tecla,com esta idade eu estava fazendo faculdade,morando com meus pais, me sentindo criança ainda,portanto,Taninaga,voces merecem tudo de bom que está acontecendo.um abraço de Michele Vasconcelos Rodrigues.

  103. Vanda Romualdo Andrade @ 27 Abr, 2008 : 17:59
    Carísimo prof.meu colega de carreira,é com grande satisfação,que escrevo neste pequeno espaço,a enorme quantidade de palavras que eu tenho pra lhe falar,mas infelizmente não caberá,então só me resta dizer e escrever que fiquei entusiasmada com tudo que li,mais interessante,você escreve bem português,morar no Japão e falar bem o idioma aí,segundo informações de amiga nossa comum.Natural que você comemore mesmo,seus avós bem o merece.Abraços fraternos. Vanda Romualdo Andrade.

  104. Carlos Eduardo Salim Elias @ 27 Abr, 2008 : 18:06
    Tudo que li em sua história e nas demais,me deixou com muito orgulho dos imigrantes japoneses.É uma festa merecida entre Brasil-japão,escolhi você pra postar por termos ligações comuns entre pessoas que preso muito, também passei a admirá-lo assim como sua família,merecem todo o meu respeito e gratidão pelos conhecimentos que nos deixaram.Fica aqui registrado todo o meu apoio. Carlos Eduardo Salim Elias.

  105. Carlos Eugenio Campos Silveira @ 27 Abr, 2008 : 21:05
    Sou universitário,mas estou aqui como um leitor e pesquisador comum,usando sua matéria como bibiografia para trabalho em grupo.Gostei dos seus relatos,vou usá-los com certeza em nosso trabalho,achei uma descrição incrível,e também incrível a coragem de sua família,o jeito de ser de sua avó.Em fim para mim como estudante de comunicação foi bastante proveitoso.Deixo a você, meus cumprimentos.Parabéns e obrigado. Carlos Eugenio Campos Silveira.

  106. Tani @ 27 Abr, 2008 : 23:04
    . Carlos Eugenio, em primeiro lugar quero parabenizá-lo pelas pesquisas, pela busca do conhecimento. Eu, Tani, também sou um buscador, razão pelo qual te reconheço. Identifico contigo de maneira que volto a ti para falar de maneira igualmente pública que esteja à vontade, use da forma como lhe convier os textos publicados - ou trechos deles - e os demais que surgirem pela frente. Jamais irei, havendo, te cobrar eventuais equívoco, inexatidão, impropriedade e muito menos direitos autorais pelo uso. Falo destas eventualidades uma vez que, vc sabe, elas podem ocorrer e não as tome como fonte de desencorajamento. Muito pelo contrário Carlos, vá em frente, esteja à vontade, sucesso e grato pelos elogios. Tani

  107. Mirian Jasmins @ 27 Abr, 2008 : 23:33
    Tani,obrigada pela atenção dispensada ao Carlos Eugenio,ele é filho do prof.Helio Silveira,que já postou aqui pra você,mais acima,provavelmente ele ficará muito mais orgulhoso de você,mais uma vez meu muitíssimo obrigada,Helio e eu estudamos juntos no colégio.Abraços,Mirian.

  108. Adriano Bastos Jorge @ 28 Abr, 2008 : 23:15
    Como um grande admirador do Japão,por conseguinte também do povo japonês,não vou ficar sem prestigiar seu espaço,pois graças ao Japão temos imigrandes,descendentes,centenário,e você,Tani,como lhe chama carinhosamente nossa amiga comum.Estive lendo várias vezes,a histórias de voces,sim de voces,por que alguém já disse adiante,você viu quase tudo,e está aqui,para nos apresentar uma fmília invejável. Eles merecem ser revenciados neste centenário,e aqui estou eu para isto.Um grande abraço do amigo,Adriano Bastos Jorge.

  109. Marcio Mendes Prata @ 28 Abr, 2008 : 23:24
    Todos os imigrantes japoneses merecem a comemoração deste centenário,pois ninguém chegou até aqui,sem sofrer um pouco,mas é com um prazer enorme que venho reverenciar o sr. e sra.Hiroichi e Shigueno,pela coragem,pelo sofrimento que passaram,e pela vitória conquistada,pois você,Taninaga,é o troféu que eles nos deixou,está aqui para contar,expor,explicar,tudo com o maior prazer,sem nunca ficar,ou mostrar que alguém tenha o deixado constragido.Fica aqui o meu grito de vitória para você.Abraços. Marcio Mendes Prata.

  110. Paola Barboza Seixas @ 28 Abr, 2008 : 23:33
    Professor Nilson Taninaga,me sinto pequenina,ao postar em seu espaço,afinal ainda estou na faculdade,você também já foi universitário e sabe perfeitamente como ficamos inseguros diante de alguém que sabe muito mais que a gente.Contudo,mesmo insegura,deixo aqui minha singela homenagem à sua família nota dez,que mesmo vivendo aqui não deixou que você perdesse suas raízes.Para vovó Shigueno toda a minha admiração.Para você muito sucesso. Paola Barboza Seixas.

  111. Carlos Eugenio Campos Silveira @ 28 Abr, 2008 : 23:44
    Obrigado,professor por disponibilizar sua matéria para nosso trabalho,eu e meus colegas já éramos seus fãs,ficamos mais ainda,são de pessoas assim que precisamos aqui no país,é uma pena que tenha voltado para o Japão,mas tenho certeza se voltar será muito bem recebido,e sua família que se foi da terra, onde estiverem estarão sempre lhe apoiando. Carlos Eugenio Campos Silveira.

  112. Ernesto Queiroz Pádua @ 29 Abr, 2008 : 15:25
    Tenho a honra de poder deixar pra você,meus cumprimentos,por sua família,por tudo que passaram até chegarem aqui,e depois de estabelecerem,e também pela vitória de terem conseguido com a força do próprio trabalho,comprar um lugar deles,os filhos também conseguirem o mesmo.Tudo isto justifica,minha presença em seu espaço Abril.O meu abraço amigo.Ernesto Queiroz Pádua.

  113. Sálvio Marques Coimbra @ 29 Abr, 2008 : 15:33
    A família Taninaga está de parabéns,pelos antepassados.è uma história belíssima,fácil de ler de entender,e ver como foram importantes em sua vida.Como você mesmo tendo convivido pouco com eles,por ter que estudar fora,ficou bastante influenciado por eles.Tanto que hoje é você que está aqui escrevendo a vida deles para a comemoração do centenário da imigração japonesa,e também para nossa informação. uma abraço.Sálvio Marques Coimbra.

  114. Gabriela Gonzaga Frias @ 29 Abr, 2008 : 15:43
    Professor Taninaga,aqui na minha Escola Municipal Emidio Beruto,estamos fazendo trabalho sobre este centenário da imigração japonesa no Brasil. Minha professora disse que quem tinha computador poderia pesquisar na internet,e eu li seu artigo,e achei muito bonito a história da sua vovó.Então eu vou copiar,e cou colocar uma capa vermelha,pra homenagear ela.Mas pode deixar que vou colocar o seu nome no autor.Seu artigo é ótimo.Gabriela Gonzaga Frias.

  115. Tani / Taninaga @ 29 Abr, 2008 : 22:05
    . Gabriela, o meu parabéns pela pesquisa. A internet é boa para isso. O seu cuidado para colocar o meu nome é bom também, é mais ou menos o que faço quando copio ou escrevo sobre alguém. É o caso da vovó. A história da vovó na Abril pode ser uma história minha, mas tem ela, não é? Por isso é uma história dela também, ela como o autor então não é uma história só minha, por isso coloquei o nome dela: Shigueno. Alguma coisa do tipo, eu não estou sozinho nessa história, tem eu, ela e aí quando você pegou a minha história estaríamos criando uma outra história. Eu mesmo não sei qual é essa outra história que estaríamos criando juntos, a única coisa que sei é que é uma outra história, no caso que tem eu, ela e você Gabriela. É, penso eu, mais ou menos isso. E esse nosso diálogo nas letras é a continuação do que a Shigueno fazia antes. Ela na fala e eu, Tani, nas letras. Simples assim? Mais ou menos, se não fôsse a Internet e, no nosso caso, a Abril nada disso estaria acontecendo. E se não fôsse você Gabriela, a MJ e muitos outros nada disso que está acontecendo também não estaria acontecendo: nesse caso prá que a minha história? Por isso eu não acho que a minha história deva ser só minha Gabriela. Ela pode ser minha pela escritura, mas é também da vovó Shigueno, é sua, é da MJ, é de outros, é nossa, é de quem quizer e é de quem vier visitar a gente, está certo? Taninaga.

  116. Mirian Jasmins @ 30 Abr, 2008 : 19:12
    Professor,outra vez obrigada,por responder gentilmente,a internauta Gabriela,e pelos agradecimentos a todos nós seus compatriotas,que estão visitando seu espaço Abril.Vovó Shigueno,deve estar sentindo-se realizada,mesmo depois de ter partido,pois está tocando o coração das crianças,com sua história de vida,contada por você.Meus amigos,colegas de trabalho,e eu, nos sentimos muito lisonjeados em saber que estamos sendo útil a você.Novamente ,obrigada,abraços.Mirian.

  117. Artur Duarte Cruz @ 30 Abr, 2008 : 19:26
    Estamos por pouco,para a grande comemoração deste centenário,achei estupendo o espaço criado pela Editora Abril,para que voces pudessem participar desta comemoração.Uma coincidência,por que as olímpiadas serão na China,e não esqueceram da imigração japonesa no Brasil,comemoradas no mesmo ano.E é com a intenção de apoiar você,Taninaga, que estou aqui para também homenagear seus avós,que muito nos trouxe,muito nos deixou,e muito fez por nós,trabalhando bravamente e reconstruindo suas vidas aqui.O que posso dizer,é que sempre estarei grato a eles,por tudo,e a você que nos encaminhou a eles escrevendo a suas vidas.Abraços. Artur Duarte Cruz.

  118. Virginia Lessa Lima @ 30 Abr, 2008 : 19:36
    Taninaga,estamos em rítmo de festa,de comemoração e não vou deixar passar sem meu comments,afinal vovó Shigueno,vovô Hiroichi,são seus heróis,meus heróis,heróis com toda honra e toda glória que mereceram,de todos nós,brasileiros e japonses.E você,por ter colocado a vida deles aqui na comemoração,tirou dez com louvor,pois assim o mundo tomou conhecimento da existência deles.As minhas sinceras congratulações. Virginia Lessa Lima.

  119. Franco Vaz Pinheiro Silva @ 30 Abr, 2008 : 19:46
    Eu também vou fazer parte da hitória da sua família,sei que você guardará com carinho a lembrança desta festa que você está proporcionando através da Abril aos seus familiares imigrantes,por isto passo aqui pra deixar minhas palavras de carinho para eles,especialmente para sua avó que mesmo distante de sua pátria e tendo um neto brasileiro ,naõ deixou você esquecer as origens.Parabéns vovó Shigueno,parabéns Taninaga.Abraços. Franco Vaz Pinheiro Silva

  120. Elisabete Anunciação @ 30 Abr, 2008 : 19:54
    Está chegando a hora,Taninaga,e vamos festejar, seus avós merecem,por você,por tudo que passaram, por tudo que viveram e construiram,e pela cabeça do neto que nos deixou,Estamos todos seus amigos recheados de carinho,de afeto,de amor e de considerações com eles.Falta menos de um mes.E deixo aqui para a posteridade e para você,todo o meu carinho a vovô e vovó Shigueno.Abraços. Elisabete Anunciação.

  121. Celso Evangelista @ 1 Mai, 2008 : 10:52
    Caríssimo amigo,o brilho,a fala da vovò Shigueno é por demais interessnte.O brilho dela se destacava,exatamente pela admiração que ela transmitia,ao falar,de coisas sérias,de coisas banais,mas sempre com um fundo extremo de verdade.É uma forma real e brilhante de conversar pois dá pra sentir que tudo que falava era para o proveito de todos,e falava com ternura de avó.Deixo aqui,Taninaga,meus respeitos sinceros,para ela,através de você.Abraços. Celso Evangelista.

  122. Everaldo Justino de Oliveira @ 1 Mai, 2008 : 11:06
    Prezado Taninaga,estou meio atrasado,qui em seu espaço,já poderia ter lhe mandado uma mensagem mas a vida é muito corrida.Felizmente hoje tenho tempo suficiente pra falar um pouco de seus avós, principalmente da vovó Shigueno,ela partiu,mas seu brilho e sua fala ficou marcado em nossas cabeças,graças a você,que colocou-a em nossas vidas,contando sua história para o mundo ver e ler.Deixo minhas congratulações a eles e a você. Abraços.Everaldo Justino de Oliveira.

  123. Juliano Goes Ribeiro @ 1 Mai, 2008 : 11:13
    Falar bem é uma arte,por que de baboseiras o mundo está cheio.Shigueno nem sabia o que poderia ser baboseiras,pois ela brilhava pelo dom das palavras,pelo que li,jamais falava algo em vão,isto pra mim é mais que qualidade,é uma arte,poder falar e saber que o que se diz tem razão de ser.Vovó Shigueno tem que ser mesmo reverenciada neste centenário,ela fez justiça por isto.Parabéns por contar a história dela,eu já tirei proveitos e você também.Abraços. Juliano Goes Ribeiro.

  124. Claudinei Silva Pedreiras @ 1 Mai, 2008 : 13:35
    Gostaria de ter palavras bem diferentes pra expressar a minha admiração pela hisória de sua vida,que começou com a chegada de seus avós aqui no Brasil,mas tudo que penso já foi dito,e,eu não vou sair do seu espaço Abril do Centenário,sem deixar algo mesmo que esteja repetindo palavras de outros.De tudo, Taninaga, que você escreveu,o texto que mais me chamou a atenção,foi "O brilho,a fala da vovó Shigueno".Ali você passou para todos os leitores com perfeição como sua avó foi perfeita,ao administrar a sua casa e sua família.Fiquei emocionado.Parabéns,abraços. Claudinei Silva Pedreiras.

  125. Marcelo Bandeiras de Camargo @ 1 Mai, 2008 : 13:45
    Parabéns pela bela história,pelos avós que você teve,e por estar homenageando-os neste centenário.Eles bem o mereceram.Abraços. Marcelo Bandeiras de Camargo

  126. Ronilda Furtado de Azevedo @ 1 Mai, 2008 : 16:02
    Foi sensacional pra mim,ver como você desceveu a história de sua avó Shigueno,é como se eu estivesse me vendo escrever sobre minha avó.Só que felizmente minha vó está aqui comigo,mas você escreveu com tantos detalhes que dá pra imaginar o jeitinho dela pela casa, consertando tudo,corrigindo erros de pronúncia,não importa que idioma se o seu ou dela.Mas de tudo ,Taninaga ficou os ensinamentos dela e que você está nos passando e também aos seus filhos.Parabéns amigo. Ronilda Furtado de Azevedo.

  127. Cleber Santos Barbiere @ 1 Mai, 2008 : 18:44
    Taninaga,você está brilhando neste centenário por colocar aqui a vida dos seus antepassados chegando ao Brasil a procura de uma estrutura boa para edificar a familia.Está sendo um exemplo para muitos brasileiros que esquecem a coragem em casa e param no tempo,esquecendo de progredir como se só os dirigentes do país fossem responsáveis pela suas vitórias.Deixo para você todo o meu incentivo,e que você vença sempre como seus avós. Cleber Santos Barbiere.

  128. Fernando Cesar Gonçalves @ 1 Mai, 2008 : 18:50
    É com orgulho e com alegria que estou passando em seu espaço para parabenizá-lo e a seus queridos avós,que muito merecem esta comemoração.Lutaram,sofreram,venceram,e de quebra nos deixou você,como uma prova do que conseguiram.E vamos comemorar juntos. Fernando Cesar Gonçalves.

  129. Damiana Fátima de araujo Senra @ 1 Mai, 2008 : 19:06
    Professor,estou com o coração cheio de emoções ao ler sua história sobre seus avós,sou sentimental,mas não é só por isto é que realmente me tocou fundo,as atitudes de vovó Shigueno com a família,seu zêlo,a educação com você,tudo isto chamou fundo minha atenção.É com muito carinho que deixo aqui meus parabéns pela comemoração do centenário. Fátima de Araujo Senra.

  130. Edmundo Chaves de Aragão @ 1 Mai, 2008 : 19:14
    Amigo Taninaga,estou ao mesmo tempo encantado e emocionado,quando li o brilho da vovó,a fala da vovó,só poderia ter uma atitude,escrever aqui o que eu estava sentindo.Rapaz,que avó,ela sabia o que queria,conseguia,e ninguém sentia que estava obedecendo.Mulher de ouro naquela época.Você pode ficar orgulhoso dela toda a sua vida que ainda vai ser pouco.E eu nem tive avó.Quando nasci ela já tinha ido.Parabéns mesmo,ela merece. Edmundo Chaves de Aragão.

  131. Taninaga @ 1 Mai, 2008 : 20:59
    . Ronilda, você tocou num ponto que eu considero de extrema importância, que são os ensinamentos. Como convivi com ela absolvi a sua maneira de ser e de trabalhar a fala e o idioma. E absolvi não só pela convivência, mas também pela sua atitude professoral ou pelos monólogos que mantinha comigo. Acontece que foram justamente os monólogos que, dia após dia, semana após semana e anos após anos, sedimentou a Shigueno que certamente deixo transparecer nos meus escritos. Ronilda, nesse ponto a paciência que ela teve comigo foi fora do comum, somente uma atitude professoral poderia ter. E, como você mesma notou, houve então uma transferência de conhecimentos que estou procurando repassar aqui na Abril. De maneira que, Ronilda, poder-se-ia dizer que ela foi a Professora da minha década de 60: década tema do meu tópico seguinte. Taninaga

  132. Fabio Reis Morais @ 2 Mai, 2008 : 15:40
    Você foi um previlegiado,por ter convivido com uma pessoa tão maravilhosa em seu jeito de ser, De certa forma como você disse acima a uma das pessoas que visitou seu espaço,ela foi não só avó ,mas um pouco de tudo,passando suas experiências não só para os adultos da época,mas também para você,que deveria ser criançla ainda. Parabéns pelos belos avós que teve e terá sempre. Fabio Reis Morais.

  133. João Victor Santos Arquimedes @ 2 Mai, 2008 : 15:46
    Extraordinária,a visão desse casal de imigrantes, aqui no Brasil,com a formação da própria família, Além da preocupação de trabalho normal de todas as pessoas,não deixaram que perdessem as origens. Realmente merecem esta bela comemoração.Abraços. João Victor Santos Arquimedes.

  134. Ronilda Furtado de Azevedo @ 4 Mai, 2008 : 00:53
    Muito grata,por você ter respondido meu post.E também em concordar com a minha forma de entender a história de seus avós.Você pode contestar tudo que não lhe agradar.Torno a repetir os meus agradecimentos,até mesmo por coincidir com seus pensamentos.Abraços. Ronilda Furtado de Azevedo.

  135. Frederico Pontes Lemos @ 4 Mai, 2008 : 13:58
    Apesar de tudo que vivenciaram pra chegarem ao Brasil,creio que seus avós sentiram um pouco aliviados,assim que encontrarem trabalho e local pra viverem.Pois pelo que você conta da vida deles em Toyoura,não tinham muito o que decidirem ,era o mar,marinheiros,pescadores,e pouca coisa mais.Aqui tinha muitas fazendas de café,muita mata,um país promissor.Talvez,isto tenha dado a eles tanto ímpeto pra trabalharem,que conseguiram construir suas casas,comprar uma terrinha,e vovó Shigueno pode fazer sua horta,seu jardim.Estou embevecido,Taninaga,com esta história,claro não desmerecendo as demais.Abraços.Frederico Pontes Lemos.

  136. Heladio Cintra de Melo @ 4 Mai, 2008 : 14:07
    Vindo de uma cidade tão pequena,sem muitas esperanças,Hiroichi e Shigueno realmente devem ter sentido bem ao chegar aqui,afinal o Brasil ainda é um país em desenvolvimento e tem muito serviço para quem quer realmente trabalhar.Seus avós vieram com vontade,força,juventude e garra,é por isto que venceram,pena que já se foram,mas felizmente deixou você como prova que estiveram aqui marcando suas presenças com tanta honra.Eu só tenho que agradecê-los e a você, por nos dar o conhecimento da estadia deles aqui.Um grande abraço.Heladio Cintra de Melo.

  137. Sâmara Nunnes Bragança @ 4 Mai, 2008 : 19:26
    Oi Taninaga,lendo as histórias contadas aqui,escolhi a sua para comentar,pois me chamou atenção a idade dos seus avós quando imigraram. Tiveram a coragem que falta a muitos jovens aqui, ficam estudando a vida toda com uma desculpa para viverem sob as custas dos pais.É confortador você nos expor a história deles,pois serve de exemplo e de dignidade.Também estou aqui por que temos amigos comuns,nada mais certo que prestigiar você.Estou me sentindo uma pessoa especial em poder escrever em seu espaço e deixar aqui o que penso.Professor Taninaga,meu colega de carreira receba meus sinceros cumprimentos,parabéns pelos avós e pela bela pessoa que é. Sâmara Nunes Bragança.

  138. Gustavo Colares Santos @ 4 Mai, 2008 : 19:34
    Professor Tani,estamos postando no seu espaço Abril de comemoração,por que tiramos nota A em nosso Trabalho em grupo sobre o Centenário de Imigração Japonesa no Brasil,e eu e meus colegas fizemos a encenação da sua história no Colégio São Luis Gonzaga,na quinta série,então estamos contando pra você,que a história de seus avós nos deu uma nota ótima.Obrigada pela ajuda. Gustavo,Selma,Marcos,Julio e Larissa.

  139. Mirian Jasmins @ 4 Mai, 2008 : 19:39
    Prezado amigo,seus comments estão bem numerosos, isto mostra o quanto significante a história de seus avós está sendo.Eu ampliei a foto de Toyoura e ficou bem legível,pois eu como quase todo os brasileiros não sei ler os ideogramas,fica aqui uma sugestão,abraços Mirian.

  140. Leonardo Guido Pedrosa @ 4 Mai, 2008 : 19:47
    Excelente sua homenagem ao Centenário da imigração japonesa no Brasil.É interessante,não é cansativa,nem cheia de choramingos e pieguices, mostra apenas como foi a vinda de um jovem casal cheio de coragem e vontade de vencer em terras estranhas mas promissoras.Você soube colocá-la muito bem,arte que só poderia vir mesmo de um professor como eu,pois sei, passamos toda nossa vida escrevendo.Parabéns Taninaga,por ser este descendente que todos gostariam de ter.Meu abraço caloroso.Leonardo Guido Pedrosa.

  141. Taninaga @ 4 Mai, 2008 : 20:40
    . Creio estarmos, analisando os comentários acima, evoluindo em nível. E, neste exato ponto, gostaria de fazer a introdução de uma palavra, ou realizar uma transferência para o nosso contexto uma vez que ela está circulando na net. Sinto esta necessidade, o meu desejo é unificar e ordenar mais ainda os nossos pensamentos. Trata-se do termo Mônada, ou ¨um¨, ¨unitário¨. Enfim, e para mim, tudo pode ser resumido da seguinte maneira: ¨A trajetória dos Taninaga se confunde com a de uma mônada.¨ - de uma ¨unidade¨ constituida inicialmente pelo casal Shigueno e Hiroiti e que, com o tempo, foi sendo ampliada com o surgimento dos da segunda e terceira geração. Adiantando, posso assegurar que até a terceira geração, que é a minha, os Taninaga fizeram uma trajetória monádica: una, unitária. De maneira que, para mim, a maior realização dos Taninaga foi um deslocamento monádico de oeste para leste efetuado entre os anos 1929 e 1992. A exemplo de outros deslocamentos que possuiram esta mesma natureza: Yuba. Um exemplo mais atual: Yamaguishi. Atualmente a comunidade Yuba é pejorativamente vista como sendo a ¨arte vivendo da terra¨ e Yamaguishi ¨a granja dos ovos felizes¨. E é isso Mirian! Uma das minhas metas é realmente tornar significativa a história dos meus avós, sem cair em ¨choramingos¨e ¨pieguices¨ c